21/10/2025
Na última sexta (17/10), a Fundação Real Grandeza divulgou as candidaturas homologadas para o processo eleitoral que vai eleger três membros titulares, e respectivos(as) suplentes, para o Conselho Deliberativo, um(a) Diretor(a) de Seguridade e um(a) Diretor(a)-Ouvidor(a), todos para um mandato de quatro anos, e dois membros suplentes para o Conselho Fiscal, para completar o mandato em curso (30/03/2028).
Neste momento, de acordo com o Regimento e o Edital de Convocação Eleitoral, estamos em prazo recursal referente às decisões da Comissão Eleitoral sobre análise/homologação das candidaturas até 27/10 para julgamento e decisão final Conselho Deliberativo. E, por isso, em respeito ao processo eleitoral, só definiremos apoio aos candidatos após a manifestação final do Conselho Deliberativo da FRG, como sempre fizemos inclusive.
Este provavelmente é o processo eleitoral mais importante da história da nossa Fundação Real Grandeza. O Fórum Permanente dos Participantes e Assistidos da FRG que congrega entidades de representação e acompanha de perto a nossa Fundação ao longo das décadas, sabe que os novos eleitos serão decisivos para os nossos próximos anos, inclusive sobre a perenidade da Fundação Real Grandeza e sobre os riscos e ameaças que se apresentam com a tentativa obstinada da instituição da EletrobrasPREV, por uma das patrocinadoras.
Em paralelo ao caminho natural do processo eleitoral da Real Grandeza, tomamos conhecimento de algumas manifestações em grupos de redes sociais questionando o processo eleitoral que, como já foi dito, ainda está em curso e fase recursal. Pelo nível das ilações, é notável o desconhecimento ou proposital a narrativa sobre um processo eleitoral que é público, amplamente divulgado em todos os canais da Fundação Real Grandeza ao longo dos últimos meses.
É no mínimo estranho que aqueles que tenham tentado se inscrever para um processo eleitoral, questionem a legitimidade do pleito justamente quando eventuais candidaturas não são previamente homologadas pela Comissão Eleitoral. Quem lê um regimento e um edital eleitoral e se inscreve para participar de uma eleição, tacitamente concorda com prazos, fases recursais, sistema de votação digital e tudo que envolve o processo. Usar narrativas vazias para tentar enfraquecer um processo eleitoral consolidado já nas duas últimas eleições da Real Grandeza e inclusive autorizado pela Previc, denota oportunismo e apelação barata. E ainda ataca a imagem da Fundação nos nossos tempos mais desafiadores.
É preciso atenção sobre discursos vazios e oportunistas. É necessário observar aqueles que sempre aparecem em anos de eleição com postura de “salvadores da pátria”. Não é a primeira vez que acontece. Muito pelo contrário! Mas é nosso dever alertar sobre esse tipo de inciativa política, tendenciosa sazonal, onde muitos interesses são suspeitos.
Aos “mensageiros da desgraça”, não custa lembrar que a Fundação Real Grandeza existe há 53 anos, e neste tempo ergueu um patrimônio de quase R$ 20 bilhões com o suor de muitos homens e mulheres. E se não fosse durante este tempo todo, a vigilância constante de sindicatos e associações, provavelmente não teríamos a mesma sorte. Foi a robusta blindagem das entidades a ataques e tentativas de invasão política que nos afastou de escândalos devastadores como a CPI dos Fundos de Pensão e a Operação Greenfield.
Para nós é um orgulho que o nosso Plano BD nunca tenha tido em sua história, uma chamada de equacionamento (aportes obrigatórios para equacionar o saldo negativo de fundos deficitários). E nada disso é obra do acaso. É fruto de trabalho, vigilância, acompanhamento ao longo das últimas décadas.
Com o avanço do processo eleitoral na Fundação Real Grandeza (FRG), é natural discutirmos propostas para sermos ainda melhores. A diversidade de ideias fortalece a democracia. No entanto, é preciso cautela diante de discursos inflamados que, embora travestidos de renovação, muitas vezes ocultam interesses pessoais/políticos e trajetórias pouco comprometidas com a defesa da Real Grandeza.
É preciso rigor no respeito às regras e à institucionalidade. Qualquer processo eleitoral deve ser impessoal e não deve ter privilégios para qualquer candidato que perca prazos ou não envie documentos.
É necessário também respeitar as instâncias da Fundação Real Grandeza. O ambiente de alarmismo e suspeição constante só fortalece aos que querem nos dividir cada vez mais e aos que querem enfraquecer a nossa imagem e as nossas maiores virtudes para facilitar processos contra os quais lutamos constantemente contra como o de cisão do Plano BD e o de incorporação à EletrobrasPREV.
A lisura e o cumprimento correto do processo eleitoral é inegociável! Mas estamos atentos aos movimentos oportunistas que são muito peculiares em tempos de eleição. Sigamos organizados e vigilantes! Pela nossa Real Grandeza blindada e perene!
JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!
ASEF • ASEN • APÓS-FURNAS • SENGE-RJ • SINDEFURNAS • SINDEL • SINDEPPERJ • STIEESP • SINEFI • SINERGIA-ES • SINAERJ • SINTERGIA-RJ • STIEEC/SINERGIA-SP • STIEENNF • STIEPAR • STIU-DF
FÓRUM PERMANENTE DOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DA FUNDAÇÃO REAL GRANDEZA